Blog oficial da candidatura independente à Câmara Municipal de Gondomar

   mas... em Gondomar mandam os gondomarenses!

outubro 17, 2005


Ciclo fechado


TOMADA DE POSSE - SEGUNDA-FEIRA, DIA 31 DE OUTUBRO, PELAS 18 HORAS
AUDITÓRIO MUNICIPAL

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Este blog chega ao fim, depois de mais de 9.000 visitantes por cá terem passado.
Para se fechar o ciclo eleitoral, apenas falta a tomada de posse da equipa eleita nas Eleições de 9 de Outubro, o que deverá acontecer brevemente.
Os resultados foram bem expressivos e os Partidos derrotados pela lista Independente liderada por Valentim Loureiro.
Tratou-se da maior vitória de sempre de um independente em Portugal, da maior vitória do País nestas Eleições, em Câmaras com mais de 100 mil habitantes. Valentim Loureiro é o único Presidente de Câmara com oito Vereadores e maioria absoluta, tendo recebido mais de 48 mil votos. Tem hoje mais Vereadores no Executivo do que tinha anteriormente, pelo PSD.
PS, PSD e CDU averbaram, em Gondomar, os seus piores resultados de sempre, tendo o PSD conseguido eleger o seu Vereador por apenas 117 votos.
Gondomar escolheu em consciência.
Durante a campanha, a oposição lançou uma série negra de ataques, acusações e difamações. Mas... os gondomarenses não estavam de olhos vendados.
Os gondomarenses conhecem Valentim Loureiro há 12 anos. Conhecem o seu trabalho, a sua vontade, a sua obra. E querem que ele continue. Que continue a tratar exemplarmente a Educação e a Escola dos seus filhos. O bem estar e a alegria dos seus avós. E a obra e o desenvolvimento que serve todos os que... mandam em Gondomar: os eleitores.
Esta campanha foi também a vitória da política de proximidade e da política pela positiva. Não se conheceu, em todo o País, um candidato vitorioso que tenha optado, na sua comunicação, pela negativa. E, este, é um sinal claro para os Partidos e para os políticos.
Mas, apesar deste sinal tão positivo do povo, a classe política parece nada ter retirado destes resultados.
Em lugar de ouvir o povo, de interpretar o enorme “cartão vermelho” que todos os políticos levaram em Gondomar, a classe política prefere meter a cabeça na areia e tratar os gondomarenses como “débeis mentais”, “provincianos” e “incapazes”, susceptíveis de, ao fim de 12 anos, se continuarem a deixar influenciar por aquilo a que chamam populismo.
Mas... os gondomarenses não são nada disso. E, certamente, não aceitam que um Partido possa considerar o voto dos portugueses como uma censura ao Governo e, simultaneamente, desconsidere o voto dos que, de forma esmagadora, elegeram, livremente, o seu Presidente, no 10º Concelho do País – Gondomar.
E, para terminar, uma última nota: Gondomar foi dos poucos Concelhos do País em que um candidato (Valentim Loureiro) teve mais votos do que a abstenção. E, este facto, deveria estar a merecer outras reflexões.
Talvez nenhum dos comentadores, cronistas e sábios tenham reparado nisso. Talvez apenas reparem em algumas coisas...



Hora de publicação: 11:16 AM

outubro 14, 2005


O povo às vezes zanga-se


A política portuguesa, senão mesmo a democracia, merecem reflexões sérias.
Mas sérias mesmo. Não falo dos comentários redondos e politicamente correctos, que se decalcam uns aos outros, e se espalham pelos jornais ditos de referência.
Nem falo dos debates com os mesmos, que se plagiam a eles próprios.
Falo de uma reflexão própria.
Estas Eleições Autárquicas ficaram marcadas por golpes baixos. Marques Mendes, por exemplo, resolveu, no mais puro populismo político, descartar dois dos autarcas que mais contribuíram para o engradecimento do Partido. Disse-se por esse País, que o fez com coragem. Mas, afinal, o que é a coragem? É agir pela calada, virando a cara para não ver os estragos? É esse o conceito de imagem de credibilidade que o “político” Marques Mendes quer deixar ao Partido, às bases, aos portugueses, aos jovens? A imagem do “punhal das costas”, que não se assume, que não se enfrenta, que não se explica, é a imagem que Marques Mendes quer que faça escola do PSD?
Marques Mendes nunca teve a coragem de pegar num telefone, de ir ter com Valentim Loureiro, de mandar um dos seus acólitos a Gondomar e explicar onde estava o cisco no olho de Valentim, que os carreiristas de Lisboa não têm.
Passou.
Valentim Loureiro obteve em Gondomar um resultado esmagador. Esmagador mesmo. Pois os Partidos – todos – quase se pulverizaram. PS, PSD e CDU obtiveram os piores resultados de sempre em Gondomar, e não estou a falar só de Autárquicas, estou a contar também com as Legislativas.
Mas, o mais curioso é a reacção do “Portugal Democrático”. Ironicamente, chamo assim ao Portugal do Parlamento, ao Portugal dos Partidos, ao Portugal televisivo. Esse Portugal - que não é o Portugal do povo - em lugar de olhar para Gondomar e tentar perceber o que ali se passou, onde falharam os Partidos, o que não disseram aos gondomarenses que eles queriam ouvir, o que não fizeram em 12 anos, que os gondomarenses gostariam que tivessem feito, viraram-se contra o seu próprio sistema.
Primeira reacção, levar ao Parlamento a discussão: “como é que se proíbe Valentim de Ganhar”. E lá se discutiu, então, as candidaturas independentes.
Mas, eu recordo, esta Lei foi feita pelos Partidos. Foram eles que a fizeram, estudaram, discutiram e aprovaram. Foi o Presidente da República que a promulgou. Não foi Valentim nem Isaltino.
Perante o resultado expresso pelo povo, em voto tão livre e democrático como o do restante Portugal, a reacção: “isto está errado. O povo é estúpido”... mas só o de Gondomar é estúpido, pois o que elegeu candidatos dos Partidos... é inteligente!
Dá, por isso, ideia, que esta Lei era boa, mas só era boa se os independentes perdessem. Como ganharam, passou a ser má e muda-se.
É como se as regras da Fórmula 1 fossem boas: “todos os carros têm quatro rodas”. Mas... perante sete campeonatos ganhos por Schumacher, há que mudar os regulamentos e obrigar os carros vermelhos a correrem só com três rodas. Chamar a isto democracia, é um exercício de uma preocupante falta de lucidez, que comentadores, cronistas, políticos e sábios resolveram ignorar.
Outra curiosidade destes “rescaldos eleitorais” está no facto desta “coisa” das candidaturas independentes estar a ser discutida exclusivamente por... “partidários”. E... ora bolas, ainda ninguém ouviu os independentes sobre o assunto! Mais, ninguém sequer ouviu o povo! Se é que a sua expressão pelo voto é insuficiente!
A imprensa, a dada altura tão empenhada em explorar a campanha em Gondomar, ainda não teve a habilidade de vir ao terreno perguntar... aos gondomarenses, porque votaram em Valentim! Como decidiu ignorar que a vitória de Valentim em Gondomar é a mais expressiva e evidente do País.
Em Câmaras de média e grande dimensão, isto é, com mais de 100 mil habitantes, Valentim obteve a maior percentagem de votos, averbando mais de 48 mil. Isaltino, que ganhou em Oeiras, obteve 26 mil. Só para dar uma ideia.
Mais, Valentim foi um dos dois vencedores a eleger oito Vereadores. E elegeu oito em 11. Carmona elegeu o mesmo número, mas falhou a maioria absoluta, pois Lisboa elege 17. Em Gaia, Meneses elegeu 7 em 11 e ficou com 55% dos votos, menos 2,5% que Valentim.
Mas, a minha preocupação alarga-se ainda mais à medida que os dias passam. Se a reacção inicial foi tentar proibir, a seguinte foi fingir que não aconteceu.
Como é possível ler crónicas e ouvir debates inteiros sobre estas Autárquicas sem tocar neste assunto?
Concorrendo só em Gondomar, Valentim Loureiro obteve mais votos do que: PCPT/MRPP; PH, PND, PRN, PPM, MPT, PSN e várias coligações entre PSD, CDS e outros pequenos Partidos, A NÍVEL NACIONAL.
Concorrendo só em Gondomar, Valentim Loureiro obteve um terço dos votos do Bloco de Esquerda A NÍVEL NACIONAL, mas conseguiu MAIS MANDATOS DO QUE O PARTIDO DE FRANCISCO LOUÇÃ (oito contra sete) e conseguiu uma Câmara, tal como o Bloco, mas uma Câmara muito maior e muito mais importante. Curiosamente, tal como Valentim, também a Presidente de Câmara do pequeno Município onde o Bloco ganhou... é arguida! Era, portanto, segundo o líder do Bloco, um dos “candidatos bandido”.
Apesar disto, os “balanços” que os políticos fazem, ignoram estrategicamente Gondomar. Mas dão voz a Fernando Rosas, Louçã, Teixeira Lopes. Tudo, derrotados de 9 de Outubro.
E vemos PSD a dizer que os resultados provam que houve uma censura ao Governo, a CDU a dizer que os seus bons resultados se devem à qualidade dos seus autarcas, o CDS PP a dizer que os portugueses mantiveram o Partido representado nos órgãos autárquicos, Louçã a dizer que os portugueses estão receptivos à mensagem do Bloco e, por isso, subiram, e vemos ainda o PS a dizer que as Eleições Autárquicas são isso mesmo, escolhas individuais.
Ou seja, para os sábios do PSD, o povo “nacional” é um povo sábio que lhe deu a vitória... menos o de Gondomar que é estúpido... porque votou diferente.
E, no discurso dos outros Partidos, lá vamos dar ao mesmo!
Por populismo, entende-se a “carta de Valentim”, entende-se o discurso de campanha de Valentim.
Pela minha parte, recuso-me a aceitar como mais populistas as cartas de Valentim, do que as canetas de Bárbara Guimarães, ou a lista de promessas de Assis. Como me recuso a aceitar que as sondagens da TVI sejam menos relevantes que qualquer outra coisa que Valentim Loureiro possa ter dito aos gondomarenses. Sendo que as sondagens mentiam e Valentim falava verdade.
Como me recuso a aceitar que as carrinhas cheias de eleitores, que não foram exclusivo de Oeiras e aconteceram também em Gondomar (e não eram de Valentim), sejam menos importantes e populistas do que os “pins” distribuídos por alguém. Como não acredito que a distribuição de milhares de panfletos pelas ruas de Gondomar, em período de reflexão, contendo insultos e difamação, seja mais democrático do que uma inauguração.
Em Gondomar não houve tiros, nem pedradas nem insultos na via pública por parte dos gondomarenses. Os insultos resumiram-se ao discurso da oposição a Valentim, que terminou com uma derrota histórica e esmagadora.
A política é o que é. E Valentim Loureiro não ganhou por escrever cartas ou dar “pins”. Se assim fosse, Ferreira Torres era Presidente de Câmara, Carrilho também e Assis igualmente.
Os gondomarenses, que deram a Valentim, num Concelho com 170 mil habitantes (o 10º do País), eminentemente urbano e livre, uma vitória histórica, sabem o que fazem. Conhecem-no há 12 anos e não são masoquistas.
O Portugal político está um pouco distraído deste conjunto importante de eleitores. Em lugar de tentar perceber o que não lhes tem dado, que Valentim dá, afasta-se deles, ignora-os, passa-lhes diariamente atestados da mais pura estupidez, numa demonstração escandalosa de falta de cultura democrática e ostracismo, apenas própria do Terceiro Mundo.
Este comportamento dos políticos e dos Partidos é perigoso, e esquece que em Gondomar mandam os gondomarenses. Mandam mesmo! Mas é ainda mais perigoso (para os Partidos) porque esquece igualmente que os Gaienses mandam em Gaia, que os portuenses mandam no Porto e que os lisboetas mandam em Lisboa. Em suma, que os portugueses mandam em Portugal.
E não é proibindo a livre expressão do voto em “independentes candidatos”, puros ou impuros, que a democracia e que a política partidária vai reconquistar a credibilidade.
É que, caso não tenham ainda reparado, o povo, às vezes, zanga-se.

Colocado por Nuno Santos



Hora de publicação: 12:08 PM

outubro 11, 2005


FOTOS DA FESTA


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Hora de publicação: 03:09 PM


"A vitória das pessoas livres"


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No seu discurso de vitória, perante uma plateia de mais de 3.000 apoiantes, Valentim Loureiro dedicou o triunfo esmagador alcançado aos seus eleitores: "A Vitória é vossa", disse, emocionado, o Major.
Num discurso triunfal e rodeado de um inesquecível "calor humano", Valentim Loureiro lembrou o feito histórico da sua candidatura, ao conseguir "o melhor resultado em Municípios com mais de 100 mil habitantes", prometendo "continuar a trabalhar para "tornar as pessoas um pouco mais felizes. Esse é o meu conceito de política. Vou continuar a trabalhar para resolver os problemas das pessoas e das instituições de Gondomar e são vocês que me dão a força e a legitimidade. A vitória é vossa. É a vitória das pessoas livres e solidárias", acrescentou o Major.
Referindo-se à campanha Eleitoral, fez ainda questão de lembrar que "esta foi também a derrota dos que apenas sabem dizer mal", elogiando, contudo, a forma "elevada como os gondomarenses souberam estar e conviver nesta campanha. É uma prova de maturidade política e democrática".
Valentim Loureiro deixou ainda um elogio ao actual Primeiro-Ministro, lembrando que "sempre trabalhei bem com todos os Primeiros-Ministros e vou continuar a trabalhar com o Eng. José Sócrates, até porque ele é um homem de carácter e é um verdadeiro líder".
Quanto aos resultados do PSD, Partido de que ainda é militante e Conselheiro Nacional, atribuiu-os apenas aos companheiros Autarcas: "Marques Mendes nada tem a ver com isto. Ele não percebe nada disto", avançando mesmo que "É um homem sem carácter".



Hora de publicação: 01:39 AM

outubro 10, 2005


Valentim bateu recordes


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O Major Valentim Loureiro bateu, nestas Eleições Autárquicas, vários recordes, fazendo desmoronar o sistema político em Gondomar, 10º maior Município do País. A candidatura independente foi mesmo a única a conseguir eleger oito mandatos, tantos quantos Carmona, em Lisboa, embora, em Gondomar, Valentim o tenha conseguido num universo de 11 possíveis e, em Lisboa, sejam 17 os mandatos a eleger.

Melhor independente da História:
Os 57,5% de votos da candidatura de Valentim Loureiro é o melhor resultado de sempre de um independente, quer em termos percentuais, quer em termos absolutos, já que mais de 48 mil votantes o escolheram, enquanto Isaltino Morais teve apenas pouco mais de 26 mil votos. Há quatro anos, Daniel Campelo tinha sido o melhor independente, mas com um resultado percentual e absoluto inferior. O resultado de Valentim foi, por isso, o melhor resultado de sempre de um Independente a uma Câmara, na História de Portugal, tanto em número de votantes, como em percentagem, como em número de mandatos eleitos (oito).

Melhor resultado em Câmara com mais de 100 mil habitantes:
O resultado de Valentim Loureiro foi também o melhor nestas Eleições Autárquicas em Câmaras com mais de 100 mil habitantes, tanto em percentagem como em número de mandatos eleitos (oito).

Melhor resultado na Área Metropolitana do Porto:
O resultado de Valentim Loureiro foi ainda o melhor na Área Metropolitana do Porto. Nenhuma outra Câmara elegeu oito mandatos, superando em percentagem e número de mandatos Concelhos como Gaia (55,0% e 7 mandatos), Porto (46,1% e 7 mandatos), Maia (52,4% e 6 mandatos) e Valongo (44,1% e 5 mandatos).

Maior número de mandatos a nível Nacional:
Apenas Valentim Loureiro e Carmona Rodrigues conseguiram eleger oito mandatos (Presidente e 7 Vereadores). No entanto, o Major elege 8 em 11 possíveis, enquanto Carmona consegue 8 em 17 possíveis, ficando sem maioria absoluta.

Subiu em relação ao resultado com PSD de há quatro anos:
Em relação ao resultado obtido pelo próprio Valentim Loureiro há quatro anos, candidatando-se pelo PSD, Valentim Loureiro conseguiu sozinho mais cerca de 4 mil votos, aproximando-se da votação percentual que tinha tido. Mais importante, Valentim Tinha 7 mandatos em 11 e possui, agora, 8 em 11, tendo a CDU deixado de estar representada na Câmara. O PS fica com dois mandatos (tinha 3) e o PSD passa a ter apenas 1 (eleito por 0,1% dos votos) – tinha 7.

Este foi ainda o pior resultado da História do PSD em Gondomar (incluindo Legislativas e Autárquicas) – 7,2% dos votos.
Foi também o pior resultado de sempre do PS em Gondomar (incluindo Legislativas e Autárquicas) – 18,6% dos votos.
E foi também o pior resultado de sempre da CDU em Gondomar (incluindo Legislativas e Autárquicas) – 7,1% dos votos.
Os resultados dos dois principais Partidos Políticos em Gondomar nestas Eleições foram também os piores a nível Nacional em Câmaras com mais de 100 mil habitantes.

Apesar de alguns balanços precipitados, feitos por alguns candidatos, na noite Eleitoral, este é o balanço real, feito a partir dos números finais.

Recorde-se que Gondomar é o 10º maior Concelho do País, estando entre as Câmaras que elegem 11 mandatos, possuindo uma população fundamentalmente urbana e activa.

Valentim Loureiro foi eleito para o quarto mandato consecutivo, sendo Presidente da Câmara, ininterruptamente, desde 1993. Foi reeleito, sempre com maioria absoluta em 1997 e 2001.
Ontem, conseguiu 57,5% dos votos, tendo obtido oito mandatos, contra dois do PS e um do PSD.

Outros dados curiosos: pela primeira vez, o PSD concorreu em coligação em Gondomar. Se retirássemos à coligação os 2,7% dos votos que o CDS obteve há quatro anos, o PSD ficaria com 4,5% dos votos, longe de eleger qualquer Vereador. O PSD discutiu com a CDU a eleição do seu Vereador, o que conseguiu por 0,1% dos votos (117 votos).

A Abstenção baixou em Gondomar nestas Eleições (de 42,1% para 36,0%).

Há a convicção na Candidatura Independente, que estes resultados poderiam ainda ter sido mais expressivos, caso não tivesse existido ainda algum erro entre eleitores que terão votado PSD, pensando estar a votar em Valentim Loureiro.



Hora de publicação: 06:14 PM

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